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Soneto (Em Si bemol )

Ele era um carinha bem descolado, no melhor estilo “tô de bem com a vida” e com aquele arzinho de quem pode tudo estampado no semblante.
Era um tipinho “barba por fazer”, com olhar de menino curioso, calças jeans largadas, desbotadas e meio frouxas.
Tinha uma argola de prata na orelha direita, um jeito de falar bonitinho, que misturava uns três tipos de sotaque cantado, com erres e esses definidos.
.
Ela tinha passado por várias perrengas na vida; já tinha amado, desamado, sofrido por gostar demais e de menos.
Ela já havia usado pulseirinhas hippies no tornozelo, palhas enroladas e continhas coloridas no pulso direito, mas ainda não abandonara o cabelo compridão sempre enrolado ao sabor do vento e com cheirinho de lavanda disponível a qualquer um que chegasse um pouco mais perto dela.
Ela era totalmente descrente de tudo.
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Eles tinham algumas afinidades.

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Eles gostavam de boemia, de falar de política e questões sociais. Eram contra o neoliberalismo da moda, falavam mal de revistas tendenciosas, liam livros clássicos e debatiam assuntos que não tinham lógica nenhuma.
Ouviam rock progressivo, silenciavam qualquer debate ao primeiro acorde de um violão, se olhavam silenciosamente e, inexplicavelmente, se entendiam só com esse olhar.
Eram românticos e sonhadores. Rômantico no sentido literal da palavra, mas completamente adaptável ao sentido pejorativo que todo mundo costuma usar.
Gostavam de sonhar com aquelas coisas meio demodê anos 70 e, propalavam aos quatro ventos o ditado ‘faça amor, não faça guerra’.

.

Ele 27.
Ela, alguns.
Ele Instituto Rio Branco.
Ela, bandeiras em punho aqui mesmo, perto de tudo que já conhecia.
Ele sorriso largo.
Ela, lágrimas sempre incontidas.

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Se viram pela primeira vez e se reconheceram para sempre.
Falaram, falaram, falaram… disseram tudo com palavras e depois desdisseram tudo com um sorriso só deles.
Sairam juntos, se despediram na calçada.
Se deixaram molhar pela chuva insistente que inundava o dia inteiro.
Ficaram mudos.
Esqueceram tudo que fazia dos dois serem justamente aqueles dois e nunca mais se viram.

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Há quem diga que ele voa cada vez mais alto.
Há quem afirme que ela ainda tem os mesmos olhos brilhantes, com o dom de iluminar o mundo, toda vez que alguém fala o nome dele.

 

 

 

 

 

 

* [ Esta é uma obra de ficção (??). Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência ]

** [ Esse texto foi escrito por mim e postado no meu antigo blog em janeiro desse ano. Hoje estive relendo vários dos meus antigos escritos e já nem lembrava que tinha esse texto tão bonitinho por lá. Como estou saudosa, resolvi postar aqui e compartilhar com todos vocês um pouquinho das coisas legais que eu escrevia antes de virar essa louca surtada que virei. rs.. Espero que tenham gostado. ]

 

 

;)

 

 

 

 

 

 

Ontem fui ao nutrólogo.

Depois da anamnése ele passou duas horas me explicando tudo sobre o sistema endócrino e se empolgou dando uma boa aula a respeito de proteínas, endorfinas, serotoninas, nunseiquelinas, traláláminas, glicose, frutose e… osmose? hum? hu hu!  8)

Depois da aula começou a sessão perguntas:

Ele - Você gosta de comer o quê?

Eu - TUDO!

Ele - Você sente dores nas juntas?

Eu - SIM!!!

Ele - Quais?

Eu - TODAS!!!

. . .

Ele- Você tem medo do alimento?

Eu - Hã? como assim? Eu sou amissíssima de todos os alimentos!

. . .

Aí fui pra pesagem, medição, blá blá blá. Quando voltamos à mesa do consultório e ele começa a montar meu cardápio, me desespero.

Eu - Peralá, Dotô… vamos conversar. Eu vou viver de vento?

Ele - Não.. você não vai sentir fome. Eu prometo!

Eu (falando bem baixinho) - Eu Prometo é nome de novela ..

Ele - Olha, no lanche da tarde a gente “faz” uma fruta.

Eu - Pelamor, dotô.. escolha aí uma fruta que me dê sustança. Duas uvinhas, meia maça ou uns 3 bagos de mexirica não vão me manter em pé.

Ele - Pára de reclamar… você vai ver que vai ser fácil. Siga direito que em menos de 1 mês a gente vê nitidamente o começo do resultado.

(eu suspiro e ele continua falando)

… e nem pensar em qualquer tipo de bebida alcóolica … (FOI NESSA HORA QUE LEVEI MEU PRIMEIRO SUSTO!)

… nada de açucar ou adoçante … (MEU SEGUNDO SUSTO!) … nenhuma bebida gaseificada … (PRONTO! AÍ EU INFARTEI!)

 

Bateu o desespero!!!

Como assim? e meu Zero Cal, Coca Zero entupida de gelo, umas 3 ou 4 barrinhas de cereal de tarde, meu pãããããaaaaaaoooo com manteeeeeeeeigaaaaa?

Por que, meu Deus.. por que passar por tantas privações, meu Deus? o que vai ser de mim, meu Deus? E como vou ficar sem comer só um pãozinho de queijo na hora do “recreio” da faculdade?  E como vou me concentrar nas aulas de processo civil sem mascar uma cartela de chiclé?

E como é que vou ficar sem MEU MIOJIIIIIIIIITOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO?

 

 

 

Depois de duas horas e meia de consulta, saí do consultório animada e arrasada. Saquei o telefone da bolsa e liguei para minha mãe. Disse a ela que agradecia ter sido filha dela nessa vida e que a gente se reencontraria no plano astral.

Levei um puta esporro pra deixar de ser bocó e aprender a não.assustar.ela.enquanto.ela.está.com.paciente.em.sala.de.exame

(aqui faço um parêntese e explico: minha mãe é médica cardiologista. Foi dela a idéia maravilhosa de me enfiar nas mãos do nutrólogo. Tudo por causa de uma coisa chamada colesterol, triglinunseiquê e tantas outras taxas adulteradas no meu hemograma).

 

Esporro levado?  ok!

 

Aí fui à forra. Achei uma lanchonete maravilhosa que vende empadinha de palmito e azeitona. Depois comi uma esfiha de ricota.

Tudo nos conformes, oras. Ricota pode. Palmito também PODE!

 

Por isso vim aqui me despedir. Estou moribunda. Entregue aos (des)prazeres das rúculas, alfaces crespas, roxas, lisas e americanas. Condenada a esquecer o meu louco amor por uma suculenta pizza portuguesa. Pior ainda… condenada a nunca mais afogar minhas mágoas com minha amiga de fé:  A Caipifruta de Kiwi.

Minha vida foi breve, porém intensa.

E eu juro que não sou dramática.

Se você teve saco de ler esse texto até aqui, gostaria de parabenizá-lo. Você está participando de um momento único: minha despedida.

Por isso, gostaria de agradecer a todos vocês que me leram durante esses meses que mantive esse blog.

Agradeço também aos que me acompanham desde o blog antigo; que passaram 5 anos lendo as atrocidades que eu escrevia por lá e que vieram comigo até aqui - em uma atitude masoquista, talvez (?) - e continuaram me lendo.

Estendo meus agradecimentos ao WordPress, que me recebeu com carinho e sempre se mostrou disponível em ajudar quando eu me atacava e não conseguia ajustar a merda das ferramentas disponíveis nesse servidor.

Agora vou-me. Vou me afogar em um prato de agrião e tentar ser feliz amando um suco de abacaxi com hortelã SEM AÇUCAR.

 

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Beijos… beijos… quando passar minha crise dietética existencial, se eu ainda respirar, eu volto. :)

 

 

Já estou aqui pensando cá com meus botões se as antes “mal-comidas” serão remanejadas para a classe das NÃO-comidas.

 

 

Eu ando tão venenosa… SSSSSSsssssSSSSSsssssSSSSSS        

 

 

 

Boa semana! ;)

A semana foi complicada e não me sobrou muito tempo de mudar o post.

Ex-marido pentelho pairando igual alma penada por aqui por Brasília e azucrinando meu juízo com a indecisão se viaja ou não viaja até a Argentina com a caçula.

A mais velha, de outro lado, buzinando no meu ouvido que “o papai é chato e não quer me dar o presente que pedi de aniversário”.

Eu, mesmo sendo judia, estou rezando o terço da misericórdia e implorando para Nossa Senhora da Paciência me iluminar com um farol bem ninja.

Tá russo!

No meio de tudo isso, renovação de matrícula na facul e irritação por não ter uma turma da matéria que eu queria disponível. Bem feito para mim, que ainda teimo em protelar minhas “obrigações” e deixar tudo para última hora.

Semana que vem não vai ser diferente. O atropelo de correr de lá pra cá em busca da reorganização da vida pós-férias vai começar.

Minha Maricota começa a faculdade. É o primeiro passo para ela se tornar dotôra dentista e o meu primeiro passo para muitas desembolsadas de $$$ afim de garantir o material de uso necessário exigido pelo curso e pela faculdade. Ê LAIÁ!

Já fico com gastrite nervosa só de pensar no quanto vou gastar e já começo a contar os tostões toda vez que penso em sair para tomar uns gorós.

Falando em gorós, aqui em Brasília alguns restaurantes e bares estão oferecendo a “escolta amiga”. Legal. O que lasca é que nenhum dos meus botecos preferidos têm esse serviço. Semana passada fui a um Pub com a ex-cunhadeixon e tomamos só 2 caipifrutas. Sim… SÓ DUAS. Isso é uma lástima! Me contentei em passar o resto da noite bebendo água mineral e me acabando de dançar.

Se lá tivesse a tal escolta amiga, eu tinha chutado a tampa.

Ontem, na faculdade, um amigo meu disse que a lei seca é o freio que ele precisava para manter a conta fora do vermelho. Eu até ri e depois fiquei pensando que o danado fala a verdade quando me chama todo animadinho para “comer água”.

< Calma! Apesar de parecer, não sou tão pinguça. :D >

 

That’s it.

Coloquei ali do lado os selinhos que ganhei de pessoas queridas.

Ofereço esses selinhos aos meus amigos que estão linkados aqui.

Todos merecem. Todos são excelente leitura!

 

Musiquinha para terminar e descontrair: Talk Out of Turn - Moody Blues.

[ em outro post eu conto a história dessa música e falo de quem me apresentou a ela ]

*

*

 

 

 

;)  See you, guys.

 

 

 

 

 

Vs.

Sou humana e tenho sentimentos. Até os piores sentimentos.

Hoje estou me sentindo má.

O que mais detesto em mim está aqui bem à tona pra quem quiser ver.

Minhas confissões não são dignas de ninguém. Meus pecados são nojentos.

Se pudesse, armaria uma cena digna de prêmio como o melhor barraco dos últimos tempos.

E que se foda todas aquelas frases feitas, onde a gente se engana dizendo que não liga pros que nos incomoda, ou que não se importa com gentinha.

Me importo com quem atravessa meu caminho. Não sou pura, certo? sou má.. sou péssima! cuidado comigo.

Eu queria descer dos meus scarpins finos, virar lavadeira à toa e encher de porrada cada carinha de cada um que me importuna, queria quebrar a banca, chutar a tampa, soltar meus piores palavrões. Agressão física, verbal, moral.

Ridículo e necessário.

Pode ser que seja essa a única forma de expurgo do que mais me incomoda e do que mais me toma o choro.

Até o choro eu perco de mim mesma. Eu sinto meus soluços de ira perecendo minuto a minuto.

Pecados mortais, julgamentos e condenações.

Quem me condena? o maior hipócrita amoral e cínico, que abre a boca e diz que nunca odiou algo ou alguém?

Pois eu verbalizo em palavras escritas todas as minhas neuras, minhas cismas, minhas raivas, minhas incontáveis sensações de perda e impotência.

É terrível não poder desengasgar com as mãos o que fica preso na garganta.

Não quero mais papo. Estou mantendo distância de mim mesma.

É uma questão de segurança.

Tinha escrito um texto bem humorado e postado aqui há algumas horas atrás.

Aí vi em algum telejornal o desespero do pai do João Roberto, o garotinho de 3 anos que morreu com uma bala na cabeça por causa de uma ação irresponsável da polícia no Rio de Janeiro.

Confesso que escrever criticamente não é minha praia, mas não consegui ficar aqui indignada e calada na frente da televisão enquanto uma família se esfacela às vistas do Brasil inteiro e a única coisa recebe da autoridade competente é um pedido de desculpa.

Aqueles clichês que ouvimos ou lemos sobre que violência é essa que temos presenciado e que nos choca, realmente não passam de clichê.

Eu sou mãe e quem tem um filho consegue dimensionar a dor de todos os pais que perdem seus filhos vítimas, quer seja da arbitrariedade da polícia, quer seja da violência urbana, quer seja da maldade das pessoas que - só Deus sabe o motivo - atravessam seus caminho.

Entretanto, dimensionar está longe do que é sentir.

No fundo, bem no fundo, eu nem sei o que dizer.
Me sinto desamparada pelo Estado, que deveria cuidar da segurança de qualquer cidadão em vez de agir de forma irresponsável e despreparada.

Compartilho em silêncio a dor do pai impotente, que não tem muito o que dizer senão chorar pelo filho morto.
Que Deus tenha misericórdia dessa família e a conforte.

 

 

Sim, busquei os mais libidinosos versos e os recitei.
Sabia da cama vazia, dos lençóis desfeitos do afeto jogado fora.
Com uso de mim, acima de tudo, reviro páginas de livros mofados. Encontro a beleza desfeita, o batom borrado e o mundo passando pela janela aberta.

Ainda recito versos em códigos. Uns indecifráveis, outros explícitos e nenhum descoberto.
Mas me recuso a entender como não parecem fáceis, se cada vez que os falo, em letras escritas, me reencontros neles.
Talvez por lágrimas derramadas em um travesseiro manchado ou por sorrisos que enfeitaram o quarto cheio de vida. Vida minha, que estava longe e agora está perto. Ou sua, que não conheço. Ou ainda nossa, que não tem história.

Eu sei do mar azul, do céu sem nuvens, do vento que embaralha meus cabelos compridos. Percebo o mundo de forma particular, que não permito ser julgada se é a forma certa ou errada. É tudo dependente e independente ao mesmo tempo. E espero em estação de trem, em plataforma de ônibus ou em terminal de aeroporto o momento de chegar e de ir para algum lugar mais perto, povoado de pensamento que jamais deixaria engavetado.

 

P_.

 

 

A amiga querida Sentimental me passou um Meme safadjenho do tipo EU JÁ.

Como eu prometi que ia fazer, eis que estou cumprindo a missão que me foi delegada.

 

Eu já:

 

1. me apaixonei perdidamente só por uma noite

2. escalei dois andares do prédio em que morava só para passar uma noite com o vizinho (meu ex-marido, que na época era meu namorado)

3. seduzi com o olhar (e me diverti muito com o resultado)

4. fiz strep tease ao som de Sour Time - Portishead

5. traí

6. fui traída

7. fiz sexo pelo telefone

8. fiz sexo virtual  

9. fiz e faço LOUCURAS PELO meu namorado

10. fiz e faço LOUCURAS COM meu namorado

11. chorei por amor e por saudade

12. chorei de raiva e de vontade de vingança

13. provoquei e na hora H tirei o corpo fora

14. amei desmedidamente alguém (ainda amo)

15. briguei de “porrada” quando era adolescente

16. tomei porres homéricos por causa de alguém

17. me declarei perdidamente apaixonada e levei um fora

18. passei meses sem fazer sexo

19. tive vontade de quebrar a cara de umas e outras  

20. saí carregada de um bar (que horror!!)

21. fui politicamente correta

22. subornei um guardinha de trânsito porque estava sem minha habilitação e ele queria prender meu carro

23. fui rainha caipira, miss academia, miss verão e mais uma porrada de idiotice como essas

24. dancei forró agarradinho por 7 horas (quase) sem parar

25. fiquei deprimida sem vontade de sair do quarto

26. fiz sexo no capô do carro

27. tomei banho de champanhe e me lambuzei de geléia de morango

28. comprei briga em um show do Chiclete com Banana só porque uma fulana esbarrou no meu ex-marido

29. coloquei laxante na bebida de uma pessoa e me diverti com as conseqüências

30. tomei banho nua no Rio Negro

31. rasguei fotografias e cartas de amor (depois me arrependi horrores disso)

32. menti pra me safar de besteiras que fiz  

33. dei cobertura para uma amiga minha trair o marido (depois eles se divorciaram e ela casou com o amante – isso conta ponto no céu, né?)

34. perdoei, mas não fui perdoada  

35. me envolvi em causas sociais e briguei muito pelo que eu acreditava

36. tomei remédios para dormir, para emagrecer, para sair da depressão

37. odiei com todas as minhas forças uma pessoa que me fez muito mal

38. corri atrás de um objetivo e consegui alcançá-lo, mesmo com todo mundo me dizendo que era impossível

39. parti para briga e defendi minhas crias com unhas e dentes

40. já apanhei muito da vida…. e continuo apanhando.

 

> Repasso esse meme para a Claudinha e quem mais quiser fazer.

Agora só peço que me avisem quando fizerem, para que eu possa ir lá dar uma conferidinha! :)

  

  

A Boa Filha, à casa torna

Rápido e rasteiro!

* Enfim, tudo em paz no reino encantado da minha vida.

As aulas terminaram, as crianças viajaram, as notas chegaram e valeu a pena ter sumido por quase 1 mês.

As férias estão chegando rápido demais e julho já está na porta dando OLÁ. Dia 11 a filha  #1 faz 20 anos e eu fico pensando que tenho 35 anos e já posso ser avó.

Deus cuide da cabeça e do juízo dessa menina! rs

Por falar nela, a melhor boa notícia do mês de junho foi que ela passou no vestibular para odontologia.

Sim, sim.. sou mamãe de uma futura dentista.

Graças a Deus minha dentadura está garantida.

Já falei que tenho pavor de ter que usar dentadura? Não, acho que por aqui ainda não falei dos meus medos.

Tenho medo de ter que usar dentadura, tenho PA-VOR de robôs - e não assisto filme nenhum que tenha um robô no elenco.

Não me pergunte o motivo dessas fobias ridículas porque não saberia explicar e acabaria quase plagiando o Chicó do Auto da Compadecida: “- Não sei.. só sei que “sou” assim “

 

 

* As festas juninas não foram aproveitadas como eu gostaria. Não pude comer canjica e nem tomar quentão.

Minha atenção estava totalmente voltada às provas que não foram fáceis e, confesso, quase surto por achar que não obteria sucesso. Ainda bem que não surtei. Ainda bem que consegui tirar de letra a tal prova oral.

 Ê LAIÁ!   

 

 

* As férias prometem sossego. Desentoquei alguns romances e vou relê-los. Talvez vá à São Paulo passar uma semana com o amor, afinal ninguém é de ferro.

Talvez crie coragem e me meta na excurssão para Caxias do Sul e participe das palestras do Encontro de Estudantes de Direito.

Isso é só farra, eu sei. Maãs… rsrsrs

 

 

 

* A Pankeka está no cio e parece aquelas adolescentes rabugentas. Será que meu destino e ter que ter paciência com adolescentes rabugentos?

 

 

 

* Queria aproveitar para agradecer a todos que não me abandonaram e que estiveram aqui me desejando sucesso, perguntando quando volto e me mandando emails carinhosos.

Obrigada, obrigada, obrigada.

 

 

 

 

* A amiga Sentimental me passou 2 memês que vou fazer já já, mas não hoje. É que esse post é só para dizer que estou de volta e para avisar que vou pôr a casa em ordem para, enfim, visitar a todos.

 

:)

 

 

Musiquinha para descontrair:

Creed - Dont’s Stop Dancing.

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Dando o ar da graça…

 

Ando ausente e sei disso. Não que eu goste ou queira, mas estamos em fim de semestre e as provas estão chegando.

Na faculdade de Direito em que estudo, o índice de aprovação no exame da Ordem é altíssimo. Há muitos anos lideramos, também, o primeiro lugar entre os aprovados. Para que isso seja possível, há um grande investimento nos alunos e nos professores. Fazemos simulados com provas da OAB, fazemos simulados com provas de concurso para juiz, promotor, defensor… é bem puxado e precisa de dedicação.

Semana passada uma das professoras que tenho nos comunicou que a prova final da matéria dela será oral. Apesar de alguns reclamarem, acho que é uma boa idéia. Segundo minha professora, esse tipo de prova “exercita a oratória” e nos propicia treinar o emprego dos vernáculos jurídicos. É… ela tem razão.

Diante disso, preciso me superar. Não que eu tenha medo ou vergonha de falar em público, mas é lógico que, para tanto, é necessário total domínio sobre o assunto abordado.

Não tenho escolha: ou estudo, ou estudo. Assim, já que minha opção é “limitada”, não me resta muito além de enfiar a cara nas doutrinas, códigos e afins, e me superar.

Não me abandonem e me compreendam, please. Só de pensar em não poder visitar a todos e blogar como gosto de fazer, me dá um apertinho no peito e uma saudade antecipada, mas é por uma boa causa.

Um beijo a todos. :)

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